1) Galinhas sem penas e resistentes à gripe das aves
O geneticista israelita Avigdor Cahaner criou um protótipo de uma linhagem de galinhas sem penas. A grande vantagem é que não dão trabalho a depenar, são resistentes à gripe das aves e são mais “amigas do ambiente”, seja lá o que for que querem dizer com isto.
No entanto, isto deve trazer graves problemas, uma vez que as penas são essenciais para proteger as galinhas.
2) Gatos que brilham no escuro
Cientistas da Coreia do Sul em 2007 , alteraram o DNA de um gato para o fazer brilhar no escuro. Qual o objetivo desta alteração? Cientistas afirmam que a capacidade de alterar geneticamente um animal para o fazer expressar fluorescência, é um meio de estudarem como poderão no futuro criar animais com doenças genéticas humanas com a finalidade de perceberem melhor essas doenças.
3) Porcos amigos do ambiente
O “enviropig” é um porco que foi geneticamente modificado para conseguir fazer uma melhor digestão e processamento do fósforo. Os excrementos de porco são muitas vezes usados para fertilizar os campos, e são muito ricos em fósforo. Quando o fósforo entra nos cursos de água causa um crescimento exagerado de algas. Com este porco não temos esse problema.
4) Vacas com menos flatulência
As vacas são um problema muito grave para o ambiente porque libertam grandes quantidades de metano para a atmosfera resultado do seu processo de digestão. O metano é um gás com elevado efeito estufa, por isso os cientistas “desenvolveram” vacas que libertam menos 25% de metano do que as vacas normais.
5) Vacinas em bananas

Investigadores desenvolveram com sucesso bananas, batatas, alface, cenouras e tabaco para produzir vacinas. Basicamente introduzem um vírus na banana que contém material genético que se torna parte da planta à medida que ela se vai desenvolvendo. As plantas passam a produzir as proteínas virais (apenas as que são necessárias para ganharmos imunidade) e assim, quando comemos uma banana estamos a “ingerir” uma vacina.
6) Salmão com crescimento rápido
Estes salmões geneticamente modificados crescem duas vezes mais rápido do que os salmões tradicionais. A companhia que os produz diz que o peixe tem o mesmo sabor, cor e odor que um salmão normal.
Na imagem vemos dois salmões da mesma idade, não é difícil de prever qual deles é o modificado.
















